" Transforme sua ousadia em realidade, e inove a cada dia..." Afinal de contas, o que seria de nós se nossos sonhos, nossas conquistas e realizações...... Aqui você encontra um pouco de tudo...Boa pesquisa....

20
Jul 10

A educação inclusiva, apesar de encontrar, ainda, sérias resistências (legítimas ou preconceituosas) por parte de muitos educadores, constitui, sem dúvida, uma proposta que busca resgatar valores sociais fundamentais, condizentes com a igualdade de direitos e de oportunidades para todos.

 

Porém, para que a inclusão de alunos com necessidades especiais no sistema regular de ensino se efetive, possibilitando o resgate de sua cidadania e ampliando suas perspectivas existenciais, não basta a promulgação de leis que determinem a criação de cursos de capacitação básica de professores, nem a obrigatoriedade de matrícula nas escolas da rede pública. Estas são, sem dúvida, medidas essenciais, porém não suficientes.

 

Nossa Constituição Federal em seu Artigo 205 pretende garantir educação para todos, independentemente de suas especificidades. Para que isto se torne realidade, impõe-se: (a) esforço persistente de reorientação das propostas curriculares em seus projetos político pedagógicos; (b) incremento gradativo, contínuo e consciente das condições de ensino; (c) qualificação crescente do processo pedagógico com ações políticas de largo alcance, particularmente no tocante à qualificação de docentes e (d) oferta de uma formação que possibilite aos professores analisar, acompanhar e contribuir para o aprimoramento dos processos regulares de escolarização, no sentido de que possam dar conta das mais diversas diferenças existentes entre seus alunos.

 

É sabido que não são poucos os educandos que têm suas necessidades educacionais interpretadas como “especiais” por parte de professores mal preparados ou mal apoiados pelo sistema de ensino.

[Este fato deve-se a que os currículos de formação de professores, em sua grande maioria, possuem reduzida carga horária com informações sobre alunos com necessidades educacionais especiais, tornando-se desta forma difícil, senão impossível, que os professores consigam identificar e trabalhar eficientemente com estes alunos em suas salas de aula (NOGUEIRA, 2000, p.36).]

 

Na inclusão educacional, torna-se necessário o envolvimento de todos os membros da equipe escolar no planejamento de ações e programas voltados à temática. Docentes, diretores e funcionários apresentam papéis específicos, mas precisam agir coletivamente para que a inclusão escolar seja efetivada nas escolas. Por outro lado, torna-se essencial que esses agentes dêem continuidade ao desenvolvimento profissional e ao aprofundamento de estudos, visando à melhoria do sistema educacional.

 

No que se refere aos diretores, cabe a eles tomar as providências – de caráter administrativo – correspondentes e essenciais para efetivar a construção do projeto de inclusão (Aranha, 2000). Para Ross (1998), o diretor de escola inclusiva deve envolver-se na organização de reuniões pedagógicas, desenvolver ações voltadas aos temas relativos à acessibilidade universal, às adaptações curriculares, bem como convocar profissionais externos para dar suporte aos docentes e às atividades programadas. Além disso, o administrador necessita ter uma liderança ativa, incentivar o desenvolvimento profissional docente e favorecer a relação entre escola e comunidade (Sage, 1999; Reis, 2000).

 

Diante da orientação inclusiva, as funções do gestor escolar incluem a definição dos objetivos da instituição, o estímulo à capacitação de professores, o fornecimento de apoio às interações e a processos que se compatibilizem com a filosofia da escola (Schaffner & Buswell, 1999), e

ainda a disponibilização dos meios e recursos para a integração dos alunos com necessidades especiais(Marchesi & Martín, 1995). Desse modo, a atuação dos administradores escolares pode ser de grande valia na tarefa de construir uma escola pronta a atender a todos os indivíduos, sem discriminação.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988.

________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: SEESP, 1994.

________. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei no 9394/96. 1996.

________. Plano Nacional de Educação. Lei no 10.172/01. 2001.

Marchesi, A. & Martín, E. (1995). Da terminologia do distúrbio às necessidades educacionais especiais. Em C. Coll, J. Palácios & A. Marchesi (Orgs.), Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. (M. A. Domingues, Trad., V. 3, pp. 7-23). Porto Alegre: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1993).

Sage, D. D. (1999). Estratégias administrativas para o ensino inclusivo. Em S. Stainback & W. Stainback (Orgs.), Inclusão: um guia para educadores (M F. Lopes, Trad., pp. 129-141). Porto Alegre: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1996)

Schaffner, C. B. & Buswell, B. E. (1999). Dez elementos críticos para a criação de comunidades de ensino inclusivo e eficaz. Em S. Stainback & W. Stainback (Orgs.) Inclusão: um guia para educadores (M. F. Lopes, Trad.) (pp. 69-87). Porto Alegre: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1996)

Ross, P. (1998). Pressupostos da integração/inclusão frente à realidade educacional. [Resumo]. Em Resumos de comunicações científicas. III Congresso Íbero-americano de Educação Especial (pp. 239-243). Foz do Iguaçu. PR: Secretaria de Educação Especial. Ministério da Educação e do Desporto

Aranha, M. S. (2000). Inclusão social e municipalização. Em E. Manzini (Org.), Educação especial: temas atuais (pp.1-9). Marília: UNESP-Marília Publicações.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:26

"Projeto de Educação Ambiental na Escola”

 

 

 

1. INTRODUÇÃO.

A forma como nos relacionamos com o meio ambiente à nossa volta está diretamente ligada a qualidade de vida que nós temos. Dessa forma, é função da Escola usar intensamente o tema “meio ambiente” de forma transversal através de ações reflexivas, práticas ou teóricas, para que o aluno possa aprender a amar e respeitar tudo que está a sua volta, incorporando dessa maneira, desde a mais tenra idade, a responsabilidade e respeito para com a natureza.

Esse é o papel da Educação Ambiental que, além de tratar de assuntos relacionados à proteção e uso racional dos recursos naturais (solo, ar, água, flora e fauna), também deve estar focada na proposição de idéias e princípios que possibilitem a construção de um mundo sustentável.

A Lei Federal nº. 9.795, de 27 de abril de 1999, através de artigo 2° diz: "A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal”.

A Educação Ambiental busca abrir os nossos olhos, mostrando que o ser humano é apenas mais uma parte do meio ambiente em que vive. Ela se contrapõe às idéias antropocêntricas, que fazem com que o homem se coloque egoisticamente como o centro do universo, esquecendo, muitas vezes, da importância dos demais componentes da natureza.

Praticar Educação Ambiental é, antes de mais nada, gostar de si, do seu próximo e da natureza à nossa volta. Ter consciência ambiental é reconhecer o papel que cada um de nós tem na proteção de todos os lugares onde a vida nasce e se organiza. É querer auxiliar as pessoas ao nosso redor. É reconhecer a necessidade de vivermos em harmonia com a terra, as águas, as plantas, os animais e todas as demais formas de vida. É querer ser feliz sem causar danos a ninguém.
Portanto, através da implantação do Projeto de Educação Ambiental na Escola espera-se criar condições favoráveis para garantir o envolvimento e participação de todos (Escola, família e comunidade), utilizando-se para isso de múltiplas ações que visam melhorar a qualidade de vida e orientar o uso racional dos recursos e serviços que a natureza nos dispõe.

Assim, espera-se modificar de forma significativa o modo de pensar e as posturas individuais, familiares e coletivas para a construção de um mundo melhor para todos nós.
2.OBJETIVOS

2.1 OBJETIVO GERAL

- Despertar nos alunos, funcionários da Escola e comunidade em geral o interesse em colaborar com o processo de conservação do meio ambiente, garantido assim uma melhor qualidade de vida para todos da Escola e da nossa cidade.


2.2OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Enriquecer o currículo escolar com a exploração do tema transversal “educação ambiental e meio ambiente”;

- Estabelecer diversas parcerias com entidades e órgãos públicos para ampliar os trabalhos e projetos desenvolvidos na Escola;

- Promover o interesse e participação da comunidade próxima nas ações e projetos da Escola;
- Incentivar aos alunos a adoção de posturas e hábitos de proteção ao meio ambiente, seja em casa, seja na escola, e por onde eles forem;

- Reduzir a produção de lixo na Escola, além de implantar ações de reaproveitamento e reutilização do que for possível.


4. AÇÕES DESENVOLVIDAS


Todas as etapas previstas estão detalhadas para que cada parceiro desse Projeto possa saber exatamente como e quando contribuir. Destacamos que cada uma das oito etapas propostas estará ocorrendo de acordo com o “Cronograma do Projeto” que se encontra ao final desse trabalho.

- A primeira etapa a ser cumprida se refere a elaboração e reprodução do Projeto para ser encaminhado a cada um dos parceiros.

- Na segunda etapa do Projeto será feito um contato com todos os possíveis parceiros, através do protocolo na entidade ou órgão visitado de uma cópia do Projeto, para que assim cada parceiro possa conhecer todos os detalhes.

- A terceira e a quarta etapa ocorrerão simultaneamente, pois tem objetivos semelhantes que é a sensibilização da maioria do público envolvido. A diferença entre essas duas etapas se diz apenas ao local e ao tipo dos dois públicos, pois o primeiro (gestores, professores e funcionários) estão presentes na Escola todos os dias, e o segundo grupo (comunidade em geral) vem à Escola, principalmente, nas reuniões de pais e em eventos especiais ao longo do ano. Dessa forma, serão elaborados convites apresentado o Projeto para cada um dos funcionários da Escola e para que cada aluno leve também para sua casa. Além disso, nas reuniões dos conselhos de classe serão repassadas informações sobre o Projeto que será executado na Escola.
- A quinta etapa será executada pelos funcionários convidados das entidades parceiras, que executarão diversas palestras na Escola, todas com a temática ambiental. Nesse período, esperamos que a comunidade de entorno da Escola participe também das palestras. Nessa etapa haverá a participação de diversos profissionais, técnicos e ambientalistas que irão apresentar: (1) o papel do Conselho Municipal do Meio Ambiente, (2) as ações do Fórum Municipal Lixo & Cidadania, (3) o Programa Municipal de Coleta Seletiva, (4) os trabalhos dos órgãos estaduais e municipais do meio ambiente.

Tudo isso fará com que alunos, funcionários da Escola e a comunidade em geral conheçam melhor o que tem sido feito pela proteção dos recursos naturais de nossa cidade e região, o que possibilitará que os mesmos possam colaborar mais para a melhoria dessas ações e projetos.

É importante destacar que cada professor vai trabalhar antecipadamente cada um dos temas agendados para as palestras, através de atividades em classe. Algumas das atividades em classe que serão executadas são: (1) leitura de textos para a sensibilização, (2) debates e discussões, (3) pesquisas na biblioteca, e (4) mostra de vídeos.

- A sexta etapa ocorrerá paralelamente à quinta etapa, pois as duas estão bem relacionadas. Quando os palestrantes convidados estiverem vindo à Escola para trazerem informações e idéias, esse momento será aproveitado para o planejamento e execução de outras ações e atividades previstas no Projeto. As atividades complementares propostas que contarão com acompanhamento dos convidados são: (1) oficinas de reciclagem de papel, vidro e plástico; (2) preparação de uma horta na Escola, com a utilização de adubo produzido a partir das sobras da merenda escolar; (3) elaboração de uma peça de teatro com temática ambiental; (4) organização de um concurso de desenhos, com exposição e premiação dos melhores trabalhos; (5) concurso de poesias, músicas e redações com a temática ambiental, com a culminância de uma apresentação dos melhores trabalhos; e (6) concurso com desfile das roupas feitas de material reciclado. Nesse desfile serão eleitos a “miss sucata” e o “galã da reciclagem”, que serão dados aos melhores trabalhos de reciclagem.
- A sétima etapa será a divulgação dos resultados, que ocorrerá ao final do ano letivo, com a produção de um boletim informativo e a produção de cartazes que serão elaborados na gráfica da cidade. Todo esse material será distribuído aos parceiros, aos veículos de comunicação e para que cada aluno e funcionário da Escola possam levar um exemplar para casa.

-A oitava etapa será a avaliação do Projeto, que está bem detalhada em um tópico exclusivo que se encontra adiante.


5. RECURSOS UTILIZADOS

Nesse tópico estão incluídos todos os recursos humanos, materiais e financeiros previstos para serem utilizados nas ações propostas. Destacamos que o quantitativo de tais recursos previstos pode sofrer pequenas variações ao longo da execução das ações, pois acreditamos que à medida que os resultados das primeiras ações forem chegando, conseguiremos o envolvimento de mais recursos humanos, o que, caso ocorra, certamente será favorável para a ampliação também dos recursos materiais e financeiros.

Informamos ainda que o item recursos humanos se refere apenas às pessoas que estarão executando as ações propostas, o que não inclui toda a parcela da comunidade que estará sendo atingida pelo presente Projeto.

Dessa forma, não há previsão para gastos adicionais com os recursos humanos (como por exemplo, com a contratação de prestadores de serviço), pois a maioria dos profissionais que estarão sendo envolvidos já são servidores públicos da Escola ou das entidades e órgãos parceiros.

Assim, os gastos financeiros só serão aplicados na produção e aquisição de recursos materiais, que estão detalhadamente descritos a seguir.


5.1 RECURSOS HUMANOS

- Equipe pedagógica da Escola;

- Equipe administrativa da Escola;

- Representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente;

- Representante do Órgão Estadual de Extensão Rural;

- Representantes da Polícia Militar Ambiental;

- Representante do Conselho Municipal do Meio Ambiente;

- Pesquisadores e professores das Universidades Federal e Estadual

 

5.2 RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS

- Material didático: papéis variados, lápis de cor, pincel, tinta guache, tinta plástica de cores variadas, isopor, cartolina, TNT, cola branca, fita adesiva, tesoura, cola glíter, etc.

- Materiais recicláveis diversos (garrafas, vidro, papel, latinhas, etc.);

- Spray de cores diversas;

- Balões de festa de aniversário;

- Aparelho de Data Show e computador portátil;

- Equipamento de som, com caixas e microfone;

- Aparelho de DVD e televisor tela plana.

7. CRONOGRAMA

CRONOGRAMA DO PROJETO

ETAPAS / ATIVIDADES

.................................MESES....................................................

 

1ª…………………………

ABR.

X

MAI.

JUN.

JUL.

AGO.

SET.

OUT.

NOV.

DEZ.

 

2ª. …………………………..

 

X

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

3ª. …………………………..

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

4ª. …………………………..

 

 

X

 

X

 

 

 

 

 

 

 

5ª. …………………………..

 

 

 

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6ª. …………………………..

 

 

 

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7ª. …………………………..

 

 

 

 

 

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8ª. …………………………..

 

 

 

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X

 

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X

 

X

 

 

Descrição das etapas/ atividades:

1ª – Elaboração do Projeto e preparativos iniciais;

2ª – Estabelecimento de parcerias;

3ª Sensibilização dos Gestores, professores e funcionários;

4ª Sensibilização da Comunidade;

5ª Palestras na Escola;

6ª Desenvolvimento das ações e atividades previstas no Projeto;

7ª Divulgação dos resultados;

8ª Avaliação do Projeto.

 

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

Esse tópico reúne as principais referências bibliográficas que deram embasamento ao presente Projeto.

 

ELISÂNGELA BATISTA AGUIAR. 2003.  Educação Ambiental em duas perspectivas que se complementam: a não-formal e a formal. Gurupi: FAFICH. (Monografia do Curso de Pedagogia, orientador: Dr. Jandislau Jose Lui).


ERILÂNIA FERNANDES DA SILVA. 2003. Educação Ambiental: um enfoque a partir do desenvolvimento sustentável. Gurupi: FAFICH. (Monografia do Curso de Pedagogia, orientador Dr. Jandislau Jose Lui).


KÁTIA CILENE SOARES CHAVES PEREIRA. 2005. Educação Ambiental: contexto e estudo exploratório junto a CIPAMA – Gurupi, Tocantins. Gurupi: UNIRG. 49f. (Monografia do Curso de Pedagogia, orientadora MSc. Nelita Gonçalves Faria  Bessa).


LEILANE MACEDO & LUANA EVANGELISTA DE LIMA. 2005. Importância do Jornalismo na Educação Ambiental. Gurupi: UNIRG. 40 f. (Monografia do Curso de Comunicação Social-Jornalismo, orientadora MSc. Marcela Cristina Agustini Carneiro da Silveira).


MAURO VICENTE DA SILVA. 2008. Aquecimento Global e Normas Preventivas. Gurupi: UNIRG. 33p. (Monografia do Curso de Direito, sob orientação de Gilson Ribeiro Carvalho Filho).

 

MARCO ANTÔNIO MARQUES ANTUNES. 2005. A importância da Educação Ambiental. Goiânia. 104p.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:20


É com muito prazer que falo da minha terra, minha linda e amada Igarapé-Miri, ao contrário dos comentários maldosos sobre violência minha cidade é bela, tem em sua riqueza natural o que há de mais lindo para nos encantar.

 

Seus rios e igarapés que nos convidam a banhar em águas frias e calmas, comidas típicas, como o mapará assado e açaí, acompanhado daquela farinha de mandioca bem torradinha....

 

E após o almoço aquela rede esticada, nos aguardando para deitar e ouvir o cantar dos pássaros que chegam bem pertinho nos dando calma e tranqüilidade para tirar uma pestana.

 

Tenho muito orgulho da minha terra, aqui é meu lugar, minha Igarapé-Miri de gostos e sabores, gosto do miriti, do açaí, da bacaba e por que não da cachaça que um dia foi produzido em engenhos localizados no interior do Município que infelizmente estão desativados, aqui havia uma grande produção de aguardente, a melhor da região.

 

Que hoje só nos resta à lembrança, e por falar em lembrança, quem aqui nunca ouviu as lendas, da cobra grande, do boto, da matinta – pereira.

 

Que quando criança nossas mães contavam pra que ficássemos assustados e evitássemos ficar o tempo todo na ponte, tomando banho no rio.

 

É inacreditável como ainda existem pessoas que desdenham da terra onde nasceram e esquecem suas raízes, tem vergonha de assumir que são do interior e que tomaram chibé um dia.

 

Mas ao contrário deles tenho muito orgulho de ser e estar aqui quero contribuir cada vez mais para com meu município, tenho prazer em ser miriense de coração.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:11

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