" Transforme sua ousadia em realidade, e inove a cada dia..." Afinal de contas, o que seria de nós se nossos sonhos, nossas conquistas e realizações...... Aqui você encontra um pouco de tudo...Boa pesquisa....

10
Set 10

 

           Podemos descrever a vida de Jesus em três fases. Ambas são descritas na Biblia Sagrada, mas preciamente no Novo Testamento, onde encontramos relatos de sua história desde o nascimento até a morte.

Para iniciarmos a primeira descrição é preciso mencionar sua genealogia que se inicia desede a geração de Abraão até Jacó, portanto, Jesus pertencia a Geração de Davi, onde se encerra o ciclo de catorze gerações.

 

     Apartir deste momento, a Biblia Sagrada nos relata o anúncio e nascimento de Jesus. Dois anjos anunciaram a Maria e a José em momentos diferentes que Jesus fora concebido em Maria através do Espírito Santo, por ela ter achado graça diante de Deus e por levar uma vida íntegra e reta.

 

    Em outro momento foi preciso José viajar com sua família para realizar o recenceamento dos descententes de Davi, - Ora Maria ainda estava grávida quando realizaram esta viagem – ao sentir as dores do parto José intalou sua esposa em uma estrebaria para que ela pudesse dar a luz ao menino, e Jesus nasceu, todos os que estavam em volta alegraram-se muito e entoaram hinos de louvors á Deus.

 

    Jesus quando criança sofreu inúmeras perseguições, primeiro pela matança de milhares de crianças menores de 2 anos, pois Herodes temia perder seu trono para aquele que seria aclamado Rei.

Por volta dos doze anos Jesus foi levado a Israel por seus pais Maria e José para conhecer o templo, esta era a peregrinação da páscoa que os Judeus realizavam todos os anos, em um certo momento ele perdeu-se de seus pais e foi para o interior do templo, quando deram por falta do menino seus pais voltaram e enontraram Jesus ensinando e discutindo os ensinamentos de Deus com os doutores da Lei.

 

              A segunda etapa de sua vida é relatada na Biblia quando Jesus tinha por volta de trinta anos, quando foi batizao nas água por João Batista, logoa após o batizado, Jesus foi ao deserto para realizar um período de Jesus de 40 dias e 40 noite, lá ele foi tentado pelo diabo que lhe prometeu inúmeras riquezas e glórias, em troca o diabo queria que Jesus o adorasse ou apenas ficasse de joelhos diante dele. Mas Jesus o repreendeu com as seguintes palavras:

                   “Vai-te Satanás porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele servirás” Mateus 4:10

 

           Durante todo este segundo momento da sua vida Jesus realizou inúmeros milagres, tais como: Curas, libertou enfermos e demoninhados e perdoou pecados, e ainda foi acamado Rei por multidões. Muitos vinham de longe para ouvir seus ensinamentos, sua bondade era infinita, tal qual ensinou em uma de suas parábolas que devemos perdoar nossos irmãos setenta vezes sete, ou seja isto não se resume em apenas 490 vezes por ano, mas sim 490 por dia.

 

               Todas as parábolas ensinadas por Jesus foram e ainda são de extrema importância para nossas vidas e rescimento, tanto espiritual quanto social, pois nos ensinam como agir e quais atitudes tomar, aqui citamos três parábolas que mais nos chamaram atenção:

A primeira é a Parábola do semeador, a qual algumas de suas sementes caíram entre os espinhos e morreram sufocadas – aqui se compara com os ensimanetos que Jesus, muitas pessoas acreditam que apenas conhecer basta, mas praticar também é de extrema importância.”

 

             A segunda é a parábola do Trigo e do Joio, onde muitos se escondem em meio ao trigo, mas são joios infiltrados, querendo nos corromper com seus falsos ensinamentos, a estes podemos citar exemplos como o uso de drogas e álcool, o que aos olhos de alguns pode paracer algo banal, esta parábola nos mostra que pode trazer sérios riscos á nossa vida.

 

             A terceira na verdade não é uma parábola, mas sim um exemplo de partilha, de como compartilhar  o pouco que temos com nossos irmãos. Ora Jesus quando ensinava, vinham muitas pessoas ouvi-lo e em um destes momentos ajuntou-se uma enorme multidão para ouvi-lo, e ao final de sua pregação muitos estavam cansados e com fome, e um menino que tinha apenas cinco pães e três peixes deu a Jesus para que alimenta-se a mutidão e Jesus multiplicou os pãe e peixes saciando a fome de muitos. Este é um dos vários exemplos de bondade de Jesus.

Para encerrarmos esta segunda fase da Vida de Cristo, é preciso falar um pouco sobre a traição sofrida por um de seus discipulos que em troca de trinta moedas de ouro entregou Jesus ao lobos, ou melhor aos seus inimigos para ser morto.

 

          A terceira e ultima fase da vida de Cristo é relatada na Biblia com muita dor e sofrimento, Jesus sofreu os piores tipos de humilhação, foi chicoteado, espancado, chutado. Sofreu muito e tudo isto calado.

 

Como pode alguém sofrer tanto assim e não falar uma só palavra?      

Foi cruscificado e a multidão que o aclamava mandou que o prendesse esquecendo-se das curas e milagres que ele fez, mas o mais importante é que  a vida de Jesus não foi em vão, poisele morreu para que hoje tivessemos parte com Ele, para que nossas dores fossem entregues a Ele.       

 

Deois da morte veio sua reisurreição e está sentado a direita de Deus Pai, aguardando a Hora de sua Volta.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 00:46

 
 
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           Na avaliação da aprendizagem, o professor não deve permitir que os resultados das provas periódicas, geralmente de caráter classificatório, sejam supervalorizados em detrimento de suas observações diárias, de caráter diagnóstico.

   

       O professor, que trabalha numa dinâmica interativa, tem noção, ao longo de todo o ano, da participação e produtividade de cada aluno. É preciso deixar claro que a prova é somente uma formalidade do sistema escolar. Como, em geral, a avaliação formal é datada e obrigatória, deve-se ter inúmeros cuidados em sua elaboração e aplicação. 

Os métodos de avaliação ocupam, sem duvida espaço relevante no conjunto das práticas pedagógicas aplicadas ao processo de ensino e aprendizagem. Avaliar, neste contexto, não se resume à mecânica do conceito formal e estatístico; não é simplesmente atribuir notas, obrigatórias à decisão de avanço ou retenção em determinadas disciplinas. 

Para Oliveira (2003), devem representar as avaliações aqueles instrumentos imprescindíveis à verificação do aprendizado efetivamente realizado pelo aluno, ao mesmo tempo que forneçam subsídios ao trabalho docente,  direcionando o esforço empreendido no processo de ensino e aprendizagem de forma a contemplar a melhor abordagem pedagógica e o mais pertinente método didático adequado à disciplina  – mas não somente -, à medida que consideram, igualmente, o contexto sócio-político no qual o grupo está inserido e as condições individuais do aluno, sempre que possível.


A avaliação da aprendizagem possibilita a tomada de decisão e a melhoria da qualidade de ensino, informando as ações em desenvolvimento e a necessidade de regulações constantes.

 

                                                     Como trabalhar a Avaliação Contínua?

             O processo de conquista do conhecimento pelo aluno ainda não está refletido na avaliação, embora historicamente a questão tenha evoluído muito, pois trabalha a realidade, a prática mais comum na maioria das instituições de ensino ainda é um registro em forma de nota, procedimento este que não tem as condições necessárias para revelar o processo de aprendizagem, tratando-se apenas de uma contabilização dos resultados.

 

             Quando se registra, em forma de nota, o resultado obtido pelo aluno, fragmenta-se o processo de avaliação e introduz-se uma burocratização que leva à perda do sentido do processo e da dinâmica da aprendizagem.

Se a avaliação tem sido reconhecida como uma função diretiva, ou seja, tem a capacidade de estabelecer a direção do processo de aprendizagem, oriunda esta capacidade de sua característica pragmática, a fragmentação e a burocratização acima mencionadas levam à perda da dinamicidade do processo.

 

             Os dados registrados são formais e não representam a realidade da aprendizagem, embora apresentem conseqüências importantes para a vida pessoal dos alunos, para a organização da instituição escolar e para a profissionalização do professor.

Uma descrição da avaliação e da aprendizagem poderia revelar todos os fatos que aconteceram na sala de aula. Se fosse instituída, a descrição (e não a prescrição) seria uma fonte de dados da realidade, desde que não houvesse uma vinculação prescrita com os resultados.

 

O Continuo Processo de Avaliação da Aprendizagem

Sem sombra de dúvidas, a avaliação é a tarefa mais difícil e delicada que a escola e seus educadores se deparam em seu processo pedagógico. O ensino aprendizagem é um processo que visa a aquisição de consideráveis graus de conhecimento e de habilidades que demandam mudanças de comportamento de todos os envolvidos neste processo e, a avaliação é tida como o principal elemento para a averiguação dos resultados pretendidos e/ou alcançados.

 

A avaliação oferece-nos ainda, ajuda pecuniária para que se possa alterar este processo caso os objetivos previstos não tenham sido alcançados com sucesso. Assim, nos lembra Turra (1975), que cabe ao professor a tomada de inúmeras decisões no que diz dos objetivos, conteúdos e procedimentos, porém a decisão de o que e como avaliar é tarefa que exige altíssimo desenvolvimento de conhecimentos e habilidades.

 

O ponto de maior realce na avaliação da aprendizagem recai a um padrão de competência pré estabelecidos em objetivos operacionais que se encontram de maneira bem clara em Turra (1975, p.224) “a avaliação alcança seu significado maior quando realizada em função de objetivos. Os objetivos, com esse propósito devem ser formulados em termos de comportamento observável”. Neste sentido, o objetivo maior da avaliação e o acompanhamento de cada etapa do processo de aprendizagem dos indivíduos em formação, de maneira contínua, constante, gradual, cumulativa, coerente, cooperativa e participativa, onde a escola e o corpo docente a façam de forma adequada, variada, fidedigna e consciente dos limites e das possibilidades de tais técnicas aplicadas as práticas de avaliação, para que estas práticas não sejam consideradas fins e sim meios para alcançar tais objetivos.

 

 

O educador do séc. XXI, depara-se com uma perspectiva de avaliação emancipadora a qual sugere a transformação do processo de avaliação em um espaço mais especial e raro que visa a construção da autonomia dos educandos numa busca constante pela transformação social. É mister que educadores e educandos busquem uma nova postura no ser e no fazer frente ao processo de avaliação, buscando novas metodologias que venham ampliar horizontes e auxiliar na autonomia, na criatividade e na criatividade dos indivíduos em formação.

Este século exige que o educador avalie de maneira mais abrangente observando e respeitando os fins e os objetivos. A avaliação deve ser diagnóstica e contínua em todos os níveis da vida do ser humano, independente de sua formação, da sua condição social e/ou da atividade que este ser humano desenvolve, para que haja no educando a transformação e a aquisição do conhecimento do saber para a superação dos erros, das dúvidas, para possibilitar e oportunizar aos indivíduos em formação, mais conformidade com o real e para torná-los mais capazes de atender as demandas e atuar numa sociedade tomada pelas NTICs. Esta nova era, propõe que a escola e seus educadores repensem o conceito de que ensinar é “transmitir conhecimentos” e, que repensem também o conceito de avaliação, pois neste contexto, Rodrigues (1985) relata que a escola quando avalia seus educandos, avalia o cumprimento de sua tarefa recuperando as deficiências e, avaliado o aprender dos educandos, ela avalia sua capacidade como escola e a capacidade de ensinar do seu corpo docente. Neste sentido, Rodrigues (1985) analisa a avaliação da aprendizagem levando em consideração o processo educativo global, numa visão já renovada e ampla.

 

 

       A avaliação é a parte mais importante de todo o processo de ensino-aprendizagem. Bevenutti (2002) diz que avaliar é mediar o processo ensino/aprendizagem, é oferecer recuperação imediata, é promover cada ser humano, é vibrar junto a cada aluno em seus lentos ou rápidos progressos.

     

     Enquanto a avaliação permanecer presa a uma pedagogia ultrapassada, a mesma autora diz que a evasão permanecerá, e o educando, o cidadão, o povo continuará escravo de uma minoria, que se considera a elite intelectual, voltada para os valores da matéria ditadora, fruto de uma democracia mascarada e opressora. Acredita-se que o grande desafio para construir novos caminhos, segundo Ramos (2001), é uma avaliação com critérios de entendimento reflexivo, conectado, compartilhado e autonomizador no processo ensino/aprendizagem. Desta forma, estamos formando cidadãos conscientes, críticos, criativos, solidários e autônomos.

Os novos paradigmas em educação devem contemplar o qualitativo, descobrindo a essência e a totalidade do processo educativo, pois esta sociedade reserva às instituições escolares o poder de conferir notas e certificados que supostamente atestam o conhecimento ou capacidade do indivíduo, o que torna imensa a responsabilidade de quem avalia.

 Pensando a avaliação como aprovação ou reprovação, a nota torna-se um fim em si mesma, ficando distanciada e sem relação com as situações de aprendizagem. Mudar esta concepção se faz urgente e necessário. Basta apenas romper com padrões estabelecidos pela própria história de uma sociedade elitista e desigual.  Neste sentido, Perrenoud (1993) afirma que mudar a avaliação significa provavelmente mudar a escola. Automaticamente, mudar a prática da avaliação nos leva a alterar práticas habituais, criando inseguranças e angústias e este é um obstáculo que não pode ser negado pois envolverá toda a comunidade escolar.

Se  nossas metas são educação e transformação, não nos resta outra alternativa senão juntos pensar uma nova forma de avaliação. Romper paradigmas, mudar nossa concepção, mudar a prática, é construir uma nova escola.

Para finalizar este trabalho é importante ressaltar que a avaliação é parte integrante do processo ensino/aprendizagem e ganhou na atualidade espaço muito amplo nos processos de ensino. Requer preparo técnico e grande capacidade de observação dos profissionais envolvidos.

 

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

HOFFMANN, J. Avaliação mediadora. Uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 1993.

RODRIGUES, N. Por uma nova escola: o transitório e o permanente na educação. São Paulo: Cortez, 1985.

SOUZA, C. P. e outros. Avaliação do Rendimento Escolar. São Paulo, Papirus, 1993.

TURRA,C. M. Godoy et alii. Planejamento de ensino e avaliação, PUC/ EMMA, Porto Alegre, 1975.

BENVENUTTI, D. B. Avaliação, sua história e seus paradigmas educativos. Pedagogia: a Revista do Curso. Brasileira de Contabilidade. São Miguel do Oeste - SC: ano 1, n.01, p.47-51, jan.2002.

BLOOM, B. S., HASTINGS, J. T., MADAUS, G. F. Evaluación del aprendizaje. Buenos Aires: Troquel, 1975.

 BORBA, A. M. de & FERRI, C. Avaliação: contexto e perspectivas. Revista de Divulgação Científica da Universidade do Vale do Itajaí - Alcance. Itajaí - SC: ano IV, n.02, p.47-55, jul/dez/1997.

 FIRME, T. P. Avaliação: tendências e tendenciosidades. Ensaio: Avaliação e políticas públicas em educação. Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, p. 57-61, out./dez., 1994.

GADOTTI, M. Uma escola para todos os caminhos da autonomia escolar. Petrópolis: Vozes, 1991.

PERRENOUD, P. Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistêmica da mudança pedagógica. In: NÓVOA, A. Avaliação em educação: novas perspectivas. Porto, Portugal: Porto Editora, 1993.

RAMOS, P. Os pilares para educação e avaliação. Blumenau - SC: Acadêmica, 2001. SOUZA, C. P. de (org). Avaliação do rendimento escolar. 2 ed. Campinas: Papirus, 1993.

WACHOWIZ L. A. ROMANOWSKI J. P. Avaliação: que realidade é essa? Revista da Rede de Avaliação Institucional da Educação Superior. Campinas - SP: ano 7, n.02, p.81-100, jun.2002.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 00:35

24
Ago 10

 

 

 

HISTOLOGIA ANIMAL

TECIDO NERVOSO

 

 

 

 

Tecidos são conjuntos de células similares e das substâncias que a envolvem. As células especializadas e a matriz extracelular envolvente formam todos os diferentes tipos de tecidos encontrados a nível de organização tecidular. A classificação dos tecidos baseia-se na estrutura das células;na composição das substancias não celulares que as envolvem, a matriz extracelular e nas funções das células

O tecido nervoso pode se dividir em:

Sistema nervoso central (SNC) – formado pelo encéfalo e pela medula espinhal;

Sistema nervoso periférico (SNP) – formado pelos nervos e gânglios nervosos.

 

O tecido nervoso é o responsável pela troca de informações rápidas nos animais. É um tecido muito importante, pois sem ele não seria possível comandar as diversas partes do organismo de forma rápida e eficiente.

O tecido é composto por neurônios  (ou células nervosas), que são células especializadas na condução de impulsos elétricos. Essa célula é dividida em três partes distintas:

1. Corpo celular: é a parte onde ficam o núcleo e diversas organelas, como mitocôndrias, que irão produzir algumas substâncias importantes e energia para o funcionamento correto da célula.

2. Dendritos: são várias pequenas ramificações que saem do corpo celular, e funcionam como “antenas”, para captar sinais elétricos e retransmití-los através do axônio*

* Axônio: é uma grande extensão do corpo celular, que se conectam a outros neurônios ou às células de outros tecidos, como músculos, glândulas, etc.

3. BAINHA DE MIELINA: Nos axônios de maior diâmetro, a célula envoltória forma dobras múltiplas e em espiral em torno do axônio. Ao conjunto dessas dobras múltiplas denomina-se bainha de mielina e as fibras são chamadas de fibras nervosas mielínicas.

 

 

 

 

Unidade Funcional

A unidade funcional e estrutural do sistema nervoso é o neurônio ou célula nervosa. São os neurônios que fazem a ligação entre as células receptaras dos diversos órgãos sensoriais e as células efetoras, nomeadamente músculos e glândulas. Os neurônios são células muito especializadas que apresentam um ou mais prolongamentos, ao longo dos quais se desloca um sinal elétrico.

Os neurônios podem ser divididos em três tipos:

1. Neurônios receptores

São os neurônios encarregados de captarem informações diretamente das células sensoriais, como aquelas que compõem a retina (olho), o ouvido, tato, a língua, etc. Essa captação é feita utilizando os dendritos.

2. Neurônios de conexão ou mistos

Fazem a conexão entre dois neurônios. Recebe informação pelo dendrito, e a repassa à célula nervosa seguinte usando o axônio. Esse tipo é o mais encontrado nos sistemas nervosos animais.

3. Neurônios efetores

São os neurônios que recebem as informações do cérebro (as respostas aos estímulos captados pelos neurônios receptores) e as repassam para os músculos, glândulas, etc.

Exemplo:
Ao encostar com a ponta do dedo em uma agulha, as células sensoriais presentes na pele do dedo captarão essa “espetada”, e transmitirá essa informação para o cérebro, utilizando-se dos neurônios receptores e de conexão. O cérebro irá processar a informação e irá dar uma ordem para que o músculo responsável pelo dedo se contraia, a fim de eliminar o perigo de ser perfurado. Essa última parte é feita pelos neurônios efetores.

 

 

 

 

 

 

Classificação dos neurônios:

Os neurônios podem ser divididos e classificados segundo algumas características particulares como a forma e a função.

 

 

Quanto à forma:

Multipolares: pertencem a esta classe a maior parte dos neurônios; ex.: neurônios motores.

Bipolares: em condições normais possuem um dendrito e um axônio; este tipo de neurônios pode ser encontrado na retina e mucosa olfativa.

Unipolares: sendo muito raro este tipo de neurônios possuem apenas um corpo celular e um prolongamento.

Pseudo-unipolares: atuando no desenvolvimento embrionário este se apresenta bipolar, sofrendo uma mutação posterior. Mais tarde torna-se unipolar devido a crescimento assimétrico do citoplasma e rotação; estes possuem ainda arborizações terminais que funcionam de forma semelhante aos dendritos; este tipo de neurônios poderá ser encontrado nos gânglios espinhais.

 

 

Quanto à função:

Motores (eferentes): controlam órgãos efetores, como glândulas e fibras musculares.

Sensoriais (aferentes): recebem estímulos do organismo ou do ambiente.

Interneurônios: estabelecem conexões entre outros neurônios, formando circuitos complexos.

A enorme variedade de neurônios deve-se a dois fatores, sendo estes a existência de uma grande variedade do ponto de vista da morfologia neuronal, e a existência de uma grande diversidade de neurotransmissores.

 

TRABALHO APRESENTADO EM SEMINÁRIO DE BIOLOGIA, NO COLÉGIO MANOEL ANTÔNIO DE CASTRO; CEDIDO PELOS ALUNOS:  

Ana Maria Maia, Glaucia Correa, Dhonny Guimarães, Dhonny de Sousa e Aldir Martins.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:19

15
Ago 10

 

 

                                                                                                                                                                                             

 

               Na escola dos meus sonhos, os alunos aprendem a cozinhar costurar, consertar eletrodomésticos, a fazer pequenos reparos de eletricidade e de instalações hidráulicas, a conhecer mecânica de automóvel e de geladeira e algo de construção civil. Trabalham em horta, marcenaria e oficinas de escultura, desenho, pintura e música. Cantam no coro e tocam na orquestra. Uma semana ao ano integram-se, na cidade, ao trabalho de lixeiros, enfermeiras, carteiros, guardas de trânsito, policiais, repórteres, feirantes e cozinheiros profissionais. Assim aprendem como a cidade se articula por baixo, mergulhando em suas conexões que, à superfície, nos asseguram limpeza urbana, socorro de saúde, segurança, informação e alimentação.

 

             Não há temas tabus. Todas as situações-limite da vida são tratadas com abertura e profundidade: dor, perda, falência, parto, morte, enfermidade, sexualidade e espiritualidade. Ali os alunos aprendem o texto dentro do contexto: a Matemática busca exemplos na corrupção dos precatórios e nos leilões das privatizações; o Português, na fala dos apresentadores de TV e nos textos de jornais; a Geografia, nos suplementos de turismo e nos conflitos internacionais; a Física, nas corridas de Fórmula-1 e nas pesquisas do supertelescópio Huble; a Química, na qualidade dos cosméticos e na culinária; a História, na violência de policiais contra cidadãos, para mostrar os antecedentes na relação colonizadores - índios, senhores - escravos, Exército - Canudos, etc.

 

                                                                                                                                                                                      

            Na escola dos meus sonhos, a interdisciplinaridade permite que os professores de Biologia e de Educação Física se complementem; a multidisciplinaridade faz com que a História do livro seja estudada a partir da análise de textos bíblicos; a transdisciplinaridade introduz aulas de meditação e dança e associa a história da arte à história das ideologias e das expressões litúrgicas. Se a escola for laica, o ensino religioso é plural: o rabino fala do judaísmo, o pai-de-santo, do candomblé; o padre, do catolicismo; o médium, do espiritismo; o pastor, do protestantismo; o guru, do budismo, etc. Se for católica, há periódicos retiros espirituais e adequação do currículo ao calendário litúrgico da Igreja. Na escola dos meus sonhos, os professores são obrigados a fazer periódicos treinamentos e cursos de capacitação e só são admitidos se, além da competência, comungam os princípios fundamentais da proposta pedagógica e didática. Porque é uma escola com ideologia, visão de mundo e perfil definido do que sejam democracia e cidadania. Essa escola não forma consumidores, mas cidadãos.

 

        Ela não briga com a TV, mas leva-a para a sala de aula: são exibidos vídeos de anúncios e programas e, em seguida, analisados criticamente. A publicidade do iogurte é debatida; o produto adquirido; sua química, analisada e comparada com a fórmula declarada pelo fabricante; as incompatibilidades denunciadas, bem como os fatores porventura nocivos à saúde. O programa de auditório de domingo é destrinchado: a proposta de vida subjacente, a visão de felicidade, a relação animador-platéia, os tabus e preconceitos reforçados, etc. Em suma, não se fecham os olhos à realidade, muda-se a ótica de encará-la. Há uma integração entre escola, família e sociedade. A Política, com P maiúsculo, é disciplina obrigatória. As eleições para o grêmio ou diretório estudantil são levadas a sério e, um mês por ano, setores não vitais da instituição são administrados pelos próprios alunos. Os políticos e candidatos são convidados para debates e seus discursos analisados e comparados às suas práticas.

 

       Não há provas baseadas no prodígio da memória nem na sorte da múltipla escolha. Como fazia meu velho mestre Geraldo França de Lima, professor de História (hoje romancista e membro da Academia Brasileira de Letras), no dia da prova sobre a Independência do Brasil, os alunos traziam para a classe a bibliografia pertinente e, dadas as questões, consultavam os textos, aprendendo a pesquisar. Não há coincidência entre o calendário gregoriano e o curricular. João pode cursar a 5ª série em seis meses ou em seis anos, dependendo de sua disponibilidade, aptidão e seus recursos. É mais importante educar do que instruir; formar pessoas que profissionais; ensinar a mudar o mundo que ascender à elite. Dentro de uma concepção holística, ali a ecologia vai do meio ambiente aos cuidados com nossa unidade corpo-espírito e o enfoque curricular estabelece conexões com o noticiário da mídia.

 

     Na escola dos meus sonhos, os professores são bem pagos e não precisam pular de colégio em colégio para se poderem manter. Pois é a escola de uma sociedade em que educação não é privilégio, mas direito universal, e o acesso a ela, dever obrigatório.

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                                                                                                    Frei Betto

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 18:52

20
Jul 10

A educação inclusiva, apesar de encontrar, ainda, sérias resistências (legítimas ou preconceituosas) por parte de muitos educadores, constitui, sem dúvida, uma proposta que busca resgatar valores sociais fundamentais, condizentes com a igualdade de direitos e de oportunidades para todos.

 

Porém, para que a inclusão de alunos com necessidades especiais no sistema regular de ensino se efetive, possibilitando o resgate de sua cidadania e ampliando suas perspectivas existenciais, não basta a promulgação de leis que determinem a criação de cursos de capacitação básica de professores, nem a obrigatoriedade de matrícula nas escolas da rede pública. Estas são, sem dúvida, medidas essenciais, porém não suficientes.

 

Nossa Constituição Federal em seu Artigo 205 pretende garantir educação para todos, independentemente de suas especificidades. Para que isto se torne realidade, impõe-se: (a) esforço persistente de reorientação das propostas curriculares em seus projetos político pedagógicos; (b) incremento gradativo, contínuo e consciente das condições de ensino; (c) qualificação crescente do processo pedagógico com ações políticas de largo alcance, particularmente no tocante à qualificação de docentes e (d) oferta de uma formação que possibilite aos professores analisar, acompanhar e contribuir para o aprimoramento dos processos regulares de escolarização, no sentido de que possam dar conta das mais diversas diferenças existentes entre seus alunos.

 

É sabido que não são poucos os educandos que têm suas necessidades educacionais interpretadas como “especiais” por parte de professores mal preparados ou mal apoiados pelo sistema de ensino.

[Este fato deve-se a que os currículos de formação de professores, em sua grande maioria, possuem reduzida carga horária com informações sobre alunos com necessidades educacionais especiais, tornando-se desta forma difícil, senão impossível, que os professores consigam identificar e trabalhar eficientemente com estes alunos em suas salas de aula (NOGUEIRA, 2000, p.36).]

 

Na inclusão educacional, torna-se necessário o envolvimento de todos os membros da equipe escolar no planejamento de ações e programas voltados à temática. Docentes, diretores e funcionários apresentam papéis específicos, mas precisam agir coletivamente para que a inclusão escolar seja efetivada nas escolas. Por outro lado, torna-se essencial que esses agentes dêem continuidade ao desenvolvimento profissional e ao aprofundamento de estudos, visando à melhoria do sistema educacional.

 

No que se refere aos diretores, cabe a eles tomar as providências – de caráter administrativo – correspondentes e essenciais para efetivar a construção do projeto de inclusão (Aranha, 2000). Para Ross (1998), o diretor de escola inclusiva deve envolver-se na organização de reuniões pedagógicas, desenvolver ações voltadas aos temas relativos à acessibilidade universal, às adaptações curriculares, bem como convocar profissionais externos para dar suporte aos docentes e às atividades programadas. Além disso, o administrador necessita ter uma liderança ativa, incentivar o desenvolvimento profissional docente e favorecer a relação entre escola e comunidade (Sage, 1999; Reis, 2000).

 

Diante da orientação inclusiva, as funções do gestor escolar incluem a definição dos objetivos da instituição, o estímulo à capacitação de professores, o fornecimento de apoio às interações e a processos que se compatibilizem com a filosofia da escola (Schaffner & Buswell, 1999), e

ainda a disponibilização dos meios e recursos para a integração dos alunos com necessidades especiais(Marchesi & Martín, 1995). Desse modo, a atuação dos administradores escolares pode ser de grande valia na tarefa de construir uma escola pronta a atender a todos os indivíduos, sem discriminação.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988.

________. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: SEESP, 1994.

________. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei no 9394/96. 1996.

________. Plano Nacional de Educação. Lei no 10.172/01. 2001.

Marchesi, A. & Martín, E. (1995). Da terminologia do distúrbio às necessidades educacionais especiais. Em C. Coll, J. Palácios & A. Marchesi (Orgs.), Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. (M. A. Domingues, Trad., V. 3, pp. 7-23). Porto Alegre: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1993).

Sage, D. D. (1999). Estratégias administrativas para o ensino inclusivo. Em S. Stainback & W. Stainback (Orgs.), Inclusão: um guia para educadores (M F. Lopes, Trad., pp. 129-141). Porto Alegre: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1996)

Schaffner, C. B. & Buswell, B. E. (1999). Dez elementos críticos para a criação de comunidades de ensino inclusivo e eficaz. Em S. Stainback & W. Stainback (Orgs.) Inclusão: um guia para educadores (M. F. Lopes, Trad.) (pp. 69-87). Porto Alegre: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1996)

Ross, P. (1998). Pressupostos da integração/inclusão frente à realidade educacional. [Resumo]. Em Resumos de comunicações científicas. III Congresso Íbero-americano de Educação Especial (pp. 239-243). Foz do Iguaçu. PR: Secretaria de Educação Especial. Ministério da Educação e do Desporto

Aranha, M. S. (2000). Inclusão social e municipalização. Em E. Manzini (Org.), Educação especial: temas atuais (pp.1-9). Marília: UNESP-Marília Publicações.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:26

"Projeto de Educação Ambiental na Escola”

 

 

 

1. INTRODUÇÃO.

A forma como nos relacionamos com o meio ambiente à nossa volta está diretamente ligada a qualidade de vida que nós temos. Dessa forma, é função da Escola usar intensamente o tema “meio ambiente” de forma transversal através de ações reflexivas, práticas ou teóricas, para que o aluno possa aprender a amar e respeitar tudo que está a sua volta, incorporando dessa maneira, desde a mais tenra idade, a responsabilidade e respeito para com a natureza.

Esse é o papel da Educação Ambiental que, além de tratar de assuntos relacionados à proteção e uso racional dos recursos naturais (solo, ar, água, flora e fauna), também deve estar focada na proposição de idéias e princípios que possibilitem a construção de um mundo sustentável.

A Lei Federal nº. 9.795, de 27 de abril de 1999, através de artigo 2° diz: "A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal”.

A Educação Ambiental busca abrir os nossos olhos, mostrando que o ser humano é apenas mais uma parte do meio ambiente em que vive. Ela se contrapõe às idéias antropocêntricas, que fazem com que o homem se coloque egoisticamente como o centro do universo, esquecendo, muitas vezes, da importância dos demais componentes da natureza.

Praticar Educação Ambiental é, antes de mais nada, gostar de si, do seu próximo e da natureza à nossa volta. Ter consciência ambiental é reconhecer o papel que cada um de nós tem na proteção de todos os lugares onde a vida nasce e se organiza. É querer auxiliar as pessoas ao nosso redor. É reconhecer a necessidade de vivermos em harmonia com a terra, as águas, as plantas, os animais e todas as demais formas de vida. É querer ser feliz sem causar danos a ninguém.
Portanto, através da implantação do Projeto de Educação Ambiental na Escola espera-se criar condições favoráveis para garantir o envolvimento e participação de todos (Escola, família e comunidade), utilizando-se para isso de múltiplas ações que visam melhorar a qualidade de vida e orientar o uso racional dos recursos e serviços que a natureza nos dispõe.

Assim, espera-se modificar de forma significativa o modo de pensar e as posturas individuais, familiares e coletivas para a construção de um mundo melhor para todos nós.
2.OBJETIVOS

2.1 OBJETIVO GERAL

- Despertar nos alunos, funcionários da Escola e comunidade em geral o interesse em colaborar com o processo de conservação do meio ambiente, garantido assim uma melhor qualidade de vida para todos da Escola e da nossa cidade.


2.2OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Enriquecer o currículo escolar com a exploração do tema transversal “educação ambiental e meio ambiente”;

- Estabelecer diversas parcerias com entidades e órgãos públicos para ampliar os trabalhos e projetos desenvolvidos na Escola;

- Promover o interesse e participação da comunidade próxima nas ações e projetos da Escola;
- Incentivar aos alunos a adoção de posturas e hábitos de proteção ao meio ambiente, seja em casa, seja na escola, e por onde eles forem;

- Reduzir a produção de lixo na Escola, além de implantar ações de reaproveitamento e reutilização do que for possível.


4. AÇÕES DESENVOLVIDAS


Todas as etapas previstas estão detalhadas para que cada parceiro desse Projeto possa saber exatamente como e quando contribuir. Destacamos que cada uma das oito etapas propostas estará ocorrendo de acordo com o “Cronograma do Projeto” que se encontra ao final desse trabalho.

- A primeira etapa a ser cumprida se refere a elaboração e reprodução do Projeto para ser encaminhado a cada um dos parceiros.

- Na segunda etapa do Projeto será feito um contato com todos os possíveis parceiros, através do protocolo na entidade ou órgão visitado de uma cópia do Projeto, para que assim cada parceiro possa conhecer todos os detalhes.

- A terceira e a quarta etapa ocorrerão simultaneamente, pois tem objetivos semelhantes que é a sensibilização da maioria do público envolvido. A diferença entre essas duas etapas se diz apenas ao local e ao tipo dos dois públicos, pois o primeiro (gestores, professores e funcionários) estão presentes na Escola todos os dias, e o segundo grupo (comunidade em geral) vem à Escola, principalmente, nas reuniões de pais e em eventos especiais ao longo do ano. Dessa forma, serão elaborados convites apresentado o Projeto para cada um dos funcionários da Escola e para que cada aluno leve também para sua casa. Além disso, nas reuniões dos conselhos de classe serão repassadas informações sobre o Projeto que será executado na Escola.
- A quinta etapa será executada pelos funcionários convidados das entidades parceiras, que executarão diversas palestras na Escola, todas com a temática ambiental. Nesse período, esperamos que a comunidade de entorno da Escola participe também das palestras. Nessa etapa haverá a participação de diversos profissionais, técnicos e ambientalistas que irão apresentar: (1) o papel do Conselho Municipal do Meio Ambiente, (2) as ações do Fórum Municipal Lixo & Cidadania, (3) o Programa Municipal de Coleta Seletiva, (4) os trabalhos dos órgãos estaduais e municipais do meio ambiente.

Tudo isso fará com que alunos, funcionários da Escola e a comunidade em geral conheçam melhor o que tem sido feito pela proteção dos recursos naturais de nossa cidade e região, o que possibilitará que os mesmos possam colaborar mais para a melhoria dessas ações e projetos.

É importante destacar que cada professor vai trabalhar antecipadamente cada um dos temas agendados para as palestras, através de atividades em classe. Algumas das atividades em classe que serão executadas são: (1) leitura de textos para a sensibilização, (2) debates e discussões, (3) pesquisas na biblioteca, e (4) mostra de vídeos.

- A sexta etapa ocorrerá paralelamente à quinta etapa, pois as duas estão bem relacionadas. Quando os palestrantes convidados estiverem vindo à Escola para trazerem informações e idéias, esse momento será aproveitado para o planejamento e execução de outras ações e atividades previstas no Projeto. As atividades complementares propostas que contarão com acompanhamento dos convidados são: (1) oficinas de reciclagem de papel, vidro e plástico; (2) preparação de uma horta na Escola, com a utilização de adubo produzido a partir das sobras da merenda escolar; (3) elaboração de uma peça de teatro com temática ambiental; (4) organização de um concurso de desenhos, com exposição e premiação dos melhores trabalhos; (5) concurso de poesias, músicas e redações com a temática ambiental, com a culminância de uma apresentação dos melhores trabalhos; e (6) concurso com desfile das roupas feitas de material reciclado. Nesse desfile serão eleitos a “miss sucata” e o “galã da reciclagem”, que serão dados aos melhores trabalhos de reciclagem.
- A sétima etapa será a divulgação dos resultados, que ocorrerá ao final do ano letivo, com a produção de um boletim informativo e a produção de cartazes que serão elaborados na gráfica da cidade. Todo esse material será distribuído aos parceiros, aos veículos de comunicação e para que cada aluno e funcionário da Escola possam levar um exemplar para casa.

-A oitava etapa será a avaliação do Projeto, que está bem detalhada em um tópico exclusivo que se encontra adiante.


5. RECURSOS UTILIZADOS

Nesse tópico estão incluídos todos os recursos humanos, materiais e financeiros previstos para serem utilizados nas ações propostas. Destacamos que o quantitativo de tais recursos previstos pode sofrer pequenas variações ao longo da execução das ações, pois acreditamos que à medida que os resultados das primeiras ações forem chegando, conseguiremos o envolvimento de mais recursos humanos, o que, caso ocorra, certamente será favorável para a ampliação também dos recursos materiais e financeiros.

Informamos ainda que o item recursos humanos se refere apenas às pessoas que estarão executando as ações propostas, o que não inclui toda a parcela da comunidade que estará sendo atingida pelo presente Projeto.

Dessa forma, não há previsão para gastos adicionais com os recursos humanos (como por exemplo, com a contratação de prestadores de serviço), pois a maioria dos profissionais que estarão sendo envolvidos já são servidores públicos da Escola ou das entidades e órgãos parceiros.

Assim, os gastos financeiros só serão aplicados na produção e aquisição de recursos materiais, que estão detalhadamente descritos a seguir.


5.1 RECURSOS HUMANOS

- Equipe pedagógica da Escola;

- Equipe administrativa da Escola;

- Representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente;

- Representante do Órgão Estadual de Extensão Rural;

- Representantes da Polícia Militar Ambiental;

- Representante do Conselho Municipal do Meio Ambiente;

- Pesquisadores e professores das Universidades Federal e Estadual

 

5.2 RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS

- Material didático: papéis variados, lápis de cor, pincel, tinta guache, tinta plástica de cores variadas, isopor, cartolina, TNT, cola branca, fita adesiva, tesoura, cola glíter, etc.

- Materiais recicláveis diversos (garrafas, vidro, papel, latinhas, etc.);

- Spray de cores diversas;

- Balões de festa de aniversário;

- Aparelho de Data Show e computador portátil;

- Equipamento de som, com caixas e microfone;

- Aparelho de DVD e televisor tela plana.

7. CRONOGRAMA

CRONOGRAMA DO PROJETO

ETAPAS / ATIVIDADES

.................................MESES....................................................

 

1ª…………………………

ABR.

X

MAI.

JUN.

JUL.

AGO.

SET.

OUT.

NOV.

DEZ.

 

2ª. …………………………..

 

X

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

3ª. …………………………..

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

4ª. …………………………..

 

 

X

 

X

 

 

 

 

 

 

 

5ª. …………………………..

 

 

 

X

 

 

X

 

X

 

X

 

X

 

X

 

6ª. …………………………..

 

 

 

X

 

 

X

 

X

 

X

 

X

 

X

 

7ª. …………………………..

 

 

 

 

 

X

 

X

 

X

 

X

 

X

 

8ª. …………………………..

 

 

 

X

 

 

X

 

X

 

X

 

X

 

X

 

 

Descrição das etapas/ atividades:

1ª – Elaboração do Projeto e preparativos iniciais;

2ª – Estabelecimento de parcerias;

3ª Sensibilização dos Gestores, professores e funcionários;

4ª Sensibilização da Comunidade;

5ª Palestras na Escola;

6ª Desenvolvimento das ações e atividades previstas no Projeto;

7ª Divulgação dos resultados;

8ª Avaliação do Projeto.

 

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

Esse tópico reúne as principais referências bibliográficas que deram embasamento ao presente Projeto.

 

ELISÂNGELA BATISTA AGUIAR. 2003.  Educação Ambiental em duas perspectivas que se complementam: a não-formal e a formal. Gurupi: FAFICH. (Monografia do Curso de Pedagogia, orientador: Dr. Jandislau Jose Lui).


ERILÂNIA FERNANDES DA SILVA. 2003. Educação Ambiental: um enfoque a partir do desenvolvimento sustentável. Gurupi: FAFICH. (Monografia do Curso de Pedagogia, orientador Dr. Jandislau Jose Lui).


KÁTIA CILENE SOARES CHAVES PEREIRA. 2005. Educação Ambiental: contexto e estudo exploratório junto a CIPAMA – Gurupi, Tocantins. Gurupi: UNIRG. 49f. (Monografia do Curso de Pedagogia, orientadora MSc. Nelita Gonçalves Faria  Bessa).


LEILANE MACEDO & LUANA EVANGELISTA DE LIMA. 2005. Importância do Jornalismo na Educação Ambiental. Gurupi: UNIRG. 40 f. (Monografia do Curso de Comunicação Social-Jornalismo, orientadora MSc. Marcela Cristina Agustini Carneiro da Silveira).


MAURO VICENTE DA SILVA. 2008. Aquecimento Global e Normas Preventivas. Gurupi: UNIRG. 33p. (Monografia do Curso de Direito, sob orientação de Gilson Ribeiro Carvalho Filho).

 

MARCO ANTÔNIO MARQUES ANTUNES. 2005. A importância da Educação Ambiental. Goiânia. 104p.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:20


É com muito prazer que falo da minha terra, minha linda e amada Igarapé-Miri, ao contrário dos comentários maldosos sobre violência minha cidade é bela, tem em sua riqueza natural o que há de mais lindo para nos encantar.

 

Seus rios e igarapés que nos convidam a banhar em águas frias e calmas, comidas típicas, como o mapará assado e açaí, acompanhado daquela farinha de mandioca bem torradinha....

 

E após o almoço aquela rede esticada, nos aguardando para deitar e ouvir o cantar dos pássaros que chegam bem pertinho nos dando calma e tranqüilidade para tirar uma pestana.

 

Tenho muito orgulho da minha terra, aqui é meu lugar, minha Igarapé-Miri de gostos e sabores, gosto do miriti, do açaí, da bacaba e por que não da cachaça que um dia foi produzido em engenhos localizados no interior do Município que infelizmente estão desativados, aqui havia uma grande produção de aguardente, a melhor da região.

 

Que hoje só nos resta à lembrança, e por falar em lembrança, quem aqui nunca ouviu as lendas, da cobra grande, do boto, da matinta – pereira.

 

Que quando criança nossas mães contavam pra que ficássemos assustados e evitássemos ficar o tempo todo na ponte, tomando banho no rio.

 

É inacreditável como ainda existem pessoas que desdenham da terra onde nasceram e esquecem suas raízes, tem vergonha de assumir que são do interior e que tomaram chibé um dia.

 

Mas ao contrário deles tenho muito orgulho de ser e estar aqui quero contribuir cada vez mais para com meu município, tenho prazer em ser miriense de coração.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 21:11

09
Mai 10

 

Texto “A muleta da vovó”         

 

 Ezequiel Theodoro da Silva.

Era uma professora recém formada em magistério do Ensino Médio. Enfrentava a pesada responsabilidade de alfabetizar 34 crianças.

Eu estava sentado lá no fundo da sala. Já tinha pedido a devida autorização para observar a aula. Intuito: sentir mais de perto as práticas pedagógicas na área da alfabetização. Na época, 1977, eu havia sido convidado para organizar uma cartilha, coisa que felizmente nunca foi concretizada.

Sobre a mesa da professora um roteiro de aula, que, de onde eu estava não dava para ver o tamanho nem o formato. Bom saber que nestes tempos ainda há professores que planejam e roteirizam as suas ações, contrapondo-se à famigerada improvisação.

Diz à classe:

- Copiem as duas palavrinhas que vou escrever na lousa.

E escreve uma embaixo da outra, lendo em voz alta:

- Mata borrão, tinteiro.

As crianças, de “esferográfica” em punho, começaram a copiar, sempre lembrando que não deveriam esquecer de cortar o tê.

Ao passeio da professora pelas fileiras, checando as cruzinhas dos tês, vejo-me com um sentimento de espanto e estranheza frente às duas palavras selecionadas para a lição: mata borrão, tinteiro. De que diabo de lugar ela tinha tirado tais palavras?

Arrisco bem baixinho, uma pergunta ao garoto sentado na fileira ao lado:

- Você sabe o que é mata borrão?

- Sei lá. Acho que é bandido. Assassino.

Meu pensamento corre longe no restante da aula. Volto aos meus tempos de escola primária na década de 50. Caneta de pena, tinteiro e mata-borrão. Faziam parte do material que eu levava à escola. Molhávamos a pena no tinteiro que ficava num recipiente que ficava no topo da carteira, escrevíamos no caderno de caligrafia e passávamos o mata-borrão por cima para sugar o excesso da tinta, não borrar a folha.

Bate o sinal e eu corro lá na frente para saciar minha curiosidade.

- De onde você tirou aquelas duas palavras para os alunos copiarem?

- Quais duas?

- Mata-borrão e tinteiro.

- Ah, sim. Deste meu roteiro aqui – uma preciosidade que herdei da minha avó. Ela também foi professora. A melhor da região. Sigo direitinho as suas instruções.

E mostrou-me um caderno meio roto, desgastado pelo tempo e pelo uso, escrito naquelas antigas letras de cartório. Cheirava a cravo de defunto. Bisbilhotei a lição do dia, onde encontrei, na pagina 17, as seguintes instruções: “Na 6ª aula, vós deveis fornecer um exercício de cópia com as palavras ‘mata-borrão’ e ‘tinteiro’.

Nas mãos da professora a muleta da vovó. Na cabeça dos alunos mata-borrão = assassino.

 

Comentário crítico sobre a Pedagogia Tradicional

 

 

            O texto “A muleta da vovó”, demonstra de forma predominante à característica da pedagogia Tradicional, onde o conteúdo não é a realidade do aluno, e que predomina a autoridade do professor em sala, a fim de ter um melhor conhecimento das práticas pedagógicas utilizadas em sala, o autor observa a aula e nota a tradicionalidade presente no modo em que a professora transmite o conteúdo aos alunos. 

Ao chegar em sala a professora utiliza, como material didático uma caderneta onde se encontra o roteiro das aulas, o bom e velho Plano de Aula, nela estão as instruções de conteúdo, deixada por sua avó que ensinava a seus alunos anos atrás.

            A professora escreve na lousa duas palavras: MATA-BORRÃO E TINTEIRO.

E as crianças copiam do quadro as palavras, quando o autor aborda um aluno lhe perguntando se ele saberia qual o significado daquelas palavras ele acha que tem haver com assassino. Nota-se então que estas palavras não fazem parte do conhecimento e principalmente da realidade daquelas crianças, portanto elas não sabem o que estão escrevendo, são apenas receptores da informação repassada pela professora.  

            Desta forma vale ressaltar que aqui os conteúdos não são discutidos ou questionados, mas sim memorizados a fim de garantir o bom desempenho e sucesso escolar.

            Este texto descreve com clareza que ainda hoje existem docentes que utilizam a Pedagogia Tradicional em sala, fazendo com que não haja um aprendizado de forma mais dinâmica, mas sim de forma conteudista e de memorização. O que pode ser prejudicial ao aluno, pois apenas guardar informações que foram meramente memorizadas por certo período, faz com que sejam esquecidas algum tempo depois e isto prejudica o aprendizado, deixando uma deficiência durante todo o processo de ensino.

           

             

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 04:46
sinto-me: com sono....

08
Mai 10

           O termo Liberal utilizado nas pedagogias é menos libertador do que parece, pois enfatiza a idéia conservadora de que a escola tem a função de preparar os alunos para desempenharem funções na sociedade.

            A Pedagogia Tradicional apresenta métodos conteudistas, onde predomina a autoridade do professor, que por sua vez transmite ao aluno o conteúdo de forma a ser absorvida como verdade absoluta, sem direito ao questionamento dos alunos. A transmissão dos conteúdos ocorre de forma verbal, onde os alunos memorizam os assuntos para um melhor entendimento.

            Já na Pedagogia Nova, observa-se a valorização da pesquisa e da descoberta. Os procedimentos didáticos têm pouca importância, favorecendo ao indivíduo o autodesenvolvimento e realização pessoal. Para Rousseau este método de educação consiste em preservar o coração contra o vício e o erro.

            Na Pedagogia Tecnicista, o indivíduo é modelado através de técnicas específicas, visadas pelo mercado de trabalho. Aqui o professor atua apenas como um elo de ligação entre a verdade científica e o ensino do aluno. A comunicação de ambos é exclusivamente técnica, garantindo a eficácia da transmissão do conhecimento.

            Diferente das demais pedagogias mencionadas, a neoliberal, visa a privatização da educação, que incentiva a competição entre os indivíduos dando ênfase ao individualismo. Oliveira (2006) define esta educação em duas vertentes; “a educação como qualidade total” e “educação como Pluralidade Cultural”, disseminado a democracia e cidadania através dos PCN’s de forma instrumental e racionalista.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 20:27
sinto-me: de bem com a vida....

FICHAMENTO DO TEXTO – O QUE É LINGUÍSTICA TEXTUAL

KOCH, Ingedore Villaça. O que é a lingüística textual. In: A coesão textual. 7 ed. São Paulo: Contexto, 1994.

BESSA, Ioneli S. CORDEIRO, Nazaré A.C. SOUZA, Maria N.L. Leitura e Produção de Textos. 1 ed. Belém: UEPA, 2010.

 

     A Lingüística textual é um objeto de investigação não sendo a penas uma palavra isolada, mas um texto de manifestação da linguagem. A diferença entre texto e lingüística textual não é apenas quantitativa, mas qualitativa, pois enfatizam estruturas utilizadas na constituição de textos. A lingüística apresenta vertentes que diferem de coesão textual, tais como: informatividade, intertextualidade e situacionalidade.

 

 “[...] Para Weinrich, o texto é, pois um andaime de determinações onde  tudo se encontra interligado” (pág. 60 )

...Schimidt – para quem o texto é “qualquer expressão de um conjunto lingüístico num ato de comunicação – num âmbito de um jogo de um jogo de atuação comunicativa” (pág. 60).

 

      A coesão textual tem sido estudada na forma de prioridade na área da Lingüística Textual, embora fundamentadas em pressupostos comuns difiram uma da outra, uma vez que a lingüística apresenta propriedades estruturais e a gramática tem o objetivo de apresentar a constituição do texto. A preocupação de estudiosos com o padrão da textualidade e produção de textos leva a apontar critérios de formação e ainda pressupostos da semântica que realçam um estudo mais elaborado do texto.

 

      É preciso que em um texto haja a coerência e a presença da Lingüística textual para um bom entendimento das idéias repassadas ao leitor, pois um texto não é apenas um conjunto de palavras isoladas, ele apresenta propriedades gramaticais contidas de coesão e coerência, apresentando princípios de constituição de texto e língua. Assim, a Lingüística textual é responsável pelo padrão da textualidade bem como o processo de produção do texto, ambos visam o relacionamento entre estrutura e interpretação. Como decorrência apresenta a Lingüística como um ato de comunicação unificada repassada através da manifestação da linguagem.

publicado por A educação sozinha não transforma a sociedade, sem às 20:24
sinto-me: de bem com a vida....

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